Insights que morrem no slide.
Investe-se em pesquisa, estratégia e apresentação. Nada disso vira ação em campo nem conduta de stakeholder.
Behavior Design + Inteligência Competitiva para Life Sciences
Suas decisões de negócio travam no comportamento humano. A ING destrava, com especial profundidade em Life Sciences: inteligência competitiva aplicada à decisão, não ao monitoramento de mercado, e desenho comportamental até a mudança virar rotina com médicos, pacientes, farmacêuticos e times de campo.
A primeira conversa começa pela decisão — não por uma solução pronta.
Três sinais aparecem em quase toda organização de Life Sciences que nos chama. Parecem problemas diferentes. Não são.
Investe-se em pesquisa, estratégia e apresentação. Nada disso vira ação em campo nem conduta de stakeholder.
Marketing, Força de Vendas, Médico e Digital desalinhados no que dizer, para quem, em que momento e com que cadência.
A capacitação acontece, o orçamento é gasto — e a rotina do time na segunda-feira continua idêntica.
Feito para quem responde por lançamento, omnichannel e força de campo — e é cobrado pela adoção, não pelo plano.
Quando o dossiê é robusto, mas a escolha do prescritor depende de interpretação, hábito e confiança na prática clínica.
Quando a orquestração de canais existe no plano e no dashboard, mas ainda não mudou a cadência do time.
Quando é preciso ganhar velocidade analítica sem abrir mão de compliance, rastreabilidade e revisão humana.
Os três sinais têm a mesma causa: o sistema não foi desenhado para produzir mudança de comportamento. Trate a raiz e os três sintomas somem.
Quem diagnostica conduz. Sem repasse.
Cada etapa existe para responder uma pergunta e destravar um tipo específico de decisão. Sem a resposta anterior, a etapa seguinte vira palpite.
Entender a decisão real, quem a toma e qual barreira a trava — antes de propor qualquer solução.
Transformar o entendimento em uma intervenção testável, com hipótese comportamental explícita.
Levar a intervenção para o campo, medir o comportamento observado e sustentar a adoção.
Comportamento no centro. IA nos bastidores, com revisão humana. Evidência acima de opinião.
Entender a decisão real, quem a toma e qual barreira a trava — antes de propor qualquer solução.
Transformar o entendimento em uma intervenção testável, com hipótese comportamental explícita.
Levar a intervenção para o campo, medir o comportamento observado e sustentar a adoção.
Entender a decisão real, quem a toma e qual barreira a trava — antes de propor qualquer solução.
Qual decisão precisa acontecer, e quem de fato a toma?
Onde investir atenção — e o que sai do escopo antes de começar.
O que impede a decisão hoje, no momento e no lugar em que ela é tomada?
Qual barreira atacar primeiro, entre todas as que existem.
Onde isso vira entrega
Transformar o entendimento em uma intervenção testável, com hipótese comportamental explícita.
Qual a menor mudança capaz de remover essa barreira?
O formato da intervenção — e o que não precisa ser produzido.
O que precisaria acontecer para sabermos que a hipótese está errada?
Seguir, ajustar ou interromper — com critério definido antes do teste.
Onde isso vira entrega
Levar a intervenção para o campo, medir o comportamento observado e sustentar a adoção.
O que mantém o novo comportamento de pé quando o projeto sai de cena?
Quem assume, com qual ritual e qual sinal observado.
Onde isso vira entrega
Nomes que o comprador reconhece, assinatura ING entre parênteses. Comece por uma das frentes principais ou explore o catálogo completo por pilar.
Mais de 25 em 17 anos — 11 só nos últimos 12 meses.
Northwestern University, 2022. Credential ID 51382215.
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Ver na fonte ↗ — Knight Center (UT Austin) / UNESCO, abre em nova abaPodcast especializado na indústria da saúde, com executivos, médicos, pacientes e empreendedores.
Ver na fonte ↗ — 9 anos de Via Oral, abre em nova aba



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Behavior Designer e fundador da ING
“Hoje, precisamos ser uma mistura de carne, algoritmo e silício.”
Profissionais sêniores curados, ativados por projeto para missões críticas: lançamento, reposicionamento, integração pós-fusão, transformação comercial, mudança regulatória.
A rede construída em 17 anos de Life Sciences, com KOLs, DOLs, ex-executivos, academia e instituições.
Próximo passo
Avalie pelo método aberto, pelas publicações e pelas credenciais na fonte — e traga uma decisão real para a primeira conversa.
Quem recebe: quem vai conduzir a conversa, diretamente. contato@ingmkt.com
Diagnósticos costumam rodar em poucas semanas; desenhos e ativações dependem do ciclo do cliente. Cada projeto começa com escopo, entregáveis e critério de saída definidos por escrito.
Sim. Entregamos a direção comportamental e o critério de avaliação; a execução pode seguir com o time interno ou com os parceiros que já estão contratados.
Não. Não coletamos nem processamos dados de saúde de pacientes. O trabalho é feito sobre contexto de decisão, materiais e informação de mercado.
Antes de começar, definimos qual comportamento observável indicaria adoção real — uso, mudança de conversa, mudança de fluxo — e não apenas percepção declarada.
Acordos de confidencialidade desde a primeira conversa. A existência da relação pode ser nomeada, com autorização; o que foi decidido, medido ou mudado dentro dela não sai do projeto.