Behavior Design + Inteligência Competitiva para Life Sciences

Começa no humano.Termina naadoção.

Suas decisões de negócio travam no comportamento humano. A ING destrava, com especial profundidade em Life Sciences: inteligência competitiva aplicada à decisão, não ao monitoramento de mercado, e desenho comportamental até a mudança virar rotina com médicos, pacientes, farmacêuticos e times de campo.

A primeira conversa começa pela decisão — não por uma solução pronta.

O problema

A estratégia está certa.O comportamento é que não mudou.

Três sinais aparecem em quase toda organização de Life Sciences que nos chama. Parecem problemas diferentes. Não são.

Sinal 01

Insights que morrem no slide.

Investe-se em pesquisa, estratégia e apresentação. Nada disso vira ação em campo nem conduta de stakeholder.

Sinal 02

Áreas que falam línguas diferentes.

Marketing, Força de Vendas, Médico e Digital desalinhados no que dizer, para quem, em que momento e com que cadência.

Sinal 03

Treinamentos que não mudam nada.

A capacitação acontece, o orçamento é gasto — e a rotina do time na segunda-feira continua idêntica.

Feito para quem responde por lançamento, omnichannel e força de campo — e é cobrado pela adoção, não pelo plano.

Contextos
  • Lançamento e reposicionamento com evidência complexa

    Quando o dossiê é robusto, mas a escolha do prescritor depende de interpretação, hábito e confiança na prática clínica.

  • Omnichannel e CRM que precisam virar rotina

    Quando a orquestração de canais existe no plano e no dashboard, mas ainda não mudou a cadência do time.

  • Uso governado de IA dentro de restrições regulatórias

    Quando é preciso ganhar velocidade analítica sem abrir mão de compliance, rastreabilidade e revisão humana.

A raiz

Os três sinais têm a mesma causa: o sistema não foi desenhado para produzir mudança de comportamento. Trate a raiz e os três sintomas somem.

Paulo CrepaldiBehavior Designer e fundador da ING

Quem diagnostica conduz. Sem repasse.

O método ING

Decodificar, desenhar e ativar —nessa ordem.

Cada etapa existe para responder uma pergunta e destravar um tipo específico de decisão. Sem a resposta anterior, a etapa seguinte vira palpite.

  1. 01

    Decodificar

    Entender a decisão real, quem a toma e qual barreira a trava — antes de propor qualquer solução.

  2. 02

    Desenhar

    Transformar o entendimento em uma intervenção testável, com hipótese comportamental explícita.

  3. 03

    Ativar

    Levar a intervenção para o campo, medir o comportamento observado e sustentar a adoção.

Comportamento no centro. IA nos bastidores, com revisão humana. Evidência acima de opinião.

  1. 01

    Decodificar

    Entender a decisão real, quem a toma e qual barreira a trava — antes de propor qualquer solução.

  2. 02

    Desenhar

    Transformar o entendimento em uma intervenção testável, com hipótese comportamental explícita.

  3. 03

    Ativar

    Levar a intervenção para o campo, medir o comportamento observado e sustentar a adoção.

Movimento 01 · DecodificarEtapas 01–02

Decodificar.

Entender a decisão real, quem a toma e qual barreira a trava — antes de propor qualquer solução.

  1. 01

    Definir a decisão

    Pergunta

    Qual decisão precisa acontecer, e quem de fato a toma?

    Decisão

    Onde investir atenção — e o que sai do escopo antes de começar.

  2. 02

    Encontrar a barreira real

    Pergunta

    O que impede a decisão hoje, no momento e no lugar em que ela é tomada?

    Decisão

    Qual barreira atacar primeiro, entre todas as que existem.

Onde isso vira entrega

  • Pesquisa Qualitativa para Posicionamento Comportamental
Movimento 02 · DesenharEtapas 03–04

Desenhar.

Transformar o entendimento em uma intervenção testável, com hipótese comportamental explícita.

  1. 03

    Desenhar a intervenção

    Pergunta

    Qual a menor mudança capaz de remover essa barreira?

    Decisão

    O formato da intervenção — e o que não precisa ser produzido.

  2. 04

    Testar antes de escalar

    Pergunta

    O que precisaria acontecer para sabermos que a hipótese está errada?

    Decisão

    Seguir, ajustar ou interromper — com critério definido antes do teste.

Movimento 03 · AtivarEtapa 05

Ativar.

Levar a intervenção para o campo, medir o comportamento observado e sustentar a adoção.

  1. 05

    Sustentar a adoção

    Pergunta

    O que mantém o novo comportamento de pé quando o projeto sai de cena?

    Decisão

    Quem assume, com qual ritual e qual sinal observado.

Ver o método completo
Soluções

Quatro frentes de entrada.Um catálogo para ir fundo.

Nomes que o comprador reconhece, assinatura ING entre parênteses. Comece por uma das frentes principais ou explore o catálogo completo por pilar.

Por que confiar

Prova verificável, na ordem em que ela pesa.

03
25

de Life Sciences

Mais de 25 em 17 anos — 11 só nos últimos 12 meses.

Dizemos com quem trabalhamos. Não dizemos o que foi decidido junto.

Life Sciences
  • AbbVieAbbVie
  • AchéAché
  • AdiumAdium
  • AmgenAmgen
  • ApsenApsen
  • AstraZenecaAstraZeneca
  • EMSEMS
  • Johnson & Johnson Innovative MedicineJohnson & Johnson Innovative Medicine
  • LibbsLibbs
  • MerckMerck
  • SandozSandoz
Mesmo mecanismo, outras categorias
  • Sistema CNA/SenarSistema CNA/Senar
  • P&GP&G
  • SenacSenac
Paulo “PC” Crepaldi, fundador e Behavior Designer da ING

Paulo “PC” Crepaldi

Behavior Designer e fundador da ING

“Hoje, precisamos ser uma mistura de carne, algoritmo e silício.”

Conselho Sênior ING

Profissionais sêniores curados, ativados por projeto para missões críticas: lançamento, reposicionamento, integração pós-fusão, transformação comercial, mudança regulatória.

Network ING

A rede construída em 17 anos de Life Sciences, com KOLs, DOLs, ex-executivos, academia e instituições.

Próximo passo

Vamos tirar sua estratégia do slide?

Como avaliar a ING

Avalie pelo método aberto, pelas publicações e pelas credenciais na fonte — e traga uma decisão real para a primeira conversa.

Quem recebe: quem vai conduzir a conversa, diretamente. contato@ingmkt.com

Ao enviar, você autoriza a ING a usar estes dados para responder seu contato. Veja a Política de Privacidade.

Perguntas frequentes

Quanto tempo dura um projeto típico?

Diagnósticos costumam rodar em poucas semanas; desenhos e ativações dependem do ciclo do cliente. Cada projeto começa com escopo, entregáveis e critério de saída definidos por escrito.

Vocês trabalham junto com a agência ou consultoria que já atende a empresa?

Sim. Entregamos a direção comportamental e o critério de avaliação; a execução pode seguir com o time interno ou com os parceiros que já estão contratados.

Precisamos compartilhar dados sensíveis ou de pacientes?

Não. Não coletamos nem processamos dados de saúde de pacientes. O trabalho é feito sobre contexto de decisão, materiais e informação de mercado.

Como vocês medem se funcionou?

Antes de começar, definimos qual comportamento observável indicaria adoção real — uso, mudança de conversa, mudança de fluxo — e não apenas percepção declarada.

Como vocês tratam confidencialidade?

Acordos de confidencialidade desde a primeira conversa. A existência da relação pode ser nomeada, com autorização; o que foi decidido, medido ou mudado dentro dela não sai do projeto.